Mês

agosto 2018

  • Que tal ter uma horta em casa?

    Ter uma horta em casa é sinônimo de saúde e boa alimentação. Fazer uma salada fresquinha, sem agrotóxico, plantada e cuidada por você. Já imaginou?

    Além da boa alimentação uma horta em casa também proporciona aprendizado para a criançada e promove bons momentos em família. O senso de responsabilidade em cuidar da horta para que se tenha o alimento na mesa ajuda bastante na criação do senso de responsabilidade infantil.

     

    Onde fazer minha horta

     

    As plantas nem sempre precisam de espaço, porém não sobrevivem sem luz. O local escolhido para você para fazer a sua horta precisa ser iluminado. A maior parte delas necessita de pelo menos quatro horas diárias de exposição ao sol (se for possível, o sol da manhã ou do fim da tarde).

    Se o seu espaço é reduzido, pode optar pelas jardineiras, que podem conter mudas de diferentes tipos. Cuidado apenas ao misturar espécies! O ideal é plantar hortaliças com características semelhantes, como a necessidade de água e o tipo de terra adequado.

    Você pode plantar até dois tipos de planta no mesmo vaso, observando a distância entre elas. Manjericão e coentro, por exemplo, devem ser plantados a uma distância de 30 centímetros um do outro

     

     

    Com planejamento será possível estruturar uma bela horta, em diferentes locais:

     

    • Direto na terra: ideal para quem tem quintal com espaço, nesse modelo tradicional as sementes ou mudas são plantadas direto na terra.
    • Horta vertical: ideal para quem mora em apartamento, esse modelo consiste em montar a horta aproveitando espaços próximos a paredes. A horta vertical pode ser plantada em vasos, embalagens recicladas, estruturas de madeira e sapateiras.
    • Floreiras: oferecendo um bom espaço, as floreiras são ótimas para uma horta compacta em pequenos espaços.

    • Vasos: vasos são alternativas práticas tanto para quem mora em casa quanto em apartamento, com várias opções de tamanhos, materiais, formatos e cores.
    • Embalagens recicladas: garrafas pet, latas de refrigerante ou alimentos, caixas de leite, potes de vidro. É uma saída barata, rápida e sustentável.
    • Caixas de madeira: espaçosos e baratos, caixotes de madeira e palets podem ser boas escolhas.

    Dependendo da estrutura e dos cuidados dispensados, a horta poderá facilmente ser incorporada ao ambiente da casa, fazendo uma bela composição.

    Como e quando regar?

    Para plantar em casa e manter uma horta, você deverá ter disposição para regá-la. Isso deverá ser feito em horários em que o sol não esteja muito forte: a evaporação devido ao calor vai prejudicar a alimentação das plantas.

    Também é preciso verificar qual é a quantidade ideal para cada espécie: o excesso de água aumenta a possibilidade da proliferação de doenças. Para evitar que fiquem encharcadas, cuide para que os vasos tenham furos para auxiliar no escoamento da água. Uma boa dica para saber se está na hora de regar é tocar a terra para se certificar de que não está úmida.

    Manutenção da plantação

    Retire folhas secas e amareladas das ervas e revolva a terra a cada três meses, com cuidado para não danificar as raízes durante a operação. A horta em vasos dura de seis meses a um ano. Passado esse período, troque a planta por outra.

    É recomendado adubar a sua horta pelo menos duas vezes por ano. Os adubos orgânicos são mais indicados que os químicos, porque você vai utilizar os temperos que plantar em casa na sua alimentação. Monitore com frequência possíveis ataques de pragas. Se ocorrer, opte por inseticidas naturais, como calda de fumo ou de sabão, já que as ervas irão direto para o seu prato!

    Esperamos que tenha gostado das nossas dicas para a sua casa!

    Aguarde que em breve enviaremos novas dicas!

    Queremos estar ao seu lado durante todo o processo de estruturação da sua casa.

    Moura Leite Loteamentos

     

     

  • Dicas sobre descarte correto de resíduos sólidos

    Comprando um lote da Moura Leite você passou a morar em um loteamento planejado para o seu bem estar e que respeitou as normas relacionadas ao meio ambiente.

    Agora, é importante que você e todos os moradores do seu loteamento deem continuidade a estes cuidados e uma das formas mais fáceis e que ainda pode render algum dinheiro para a manutenção do loteamento, é a coleta seletiva de resíduos sólidos.

    É importante entender que a reciclagem de resíduos sólidos significa a reintrodução dos resíduos gerados por todos os setores da sociedade no ciclo de produção, colaborando para a redução do impacto ao meio ambiente.

    Para estruturar a coleta seletiva, primeiro você deverá entender como ela funciona:

     

    Classificação e Armazenamento dos resíduos

    Classe 1:, para resíduos considerados perigosos (para o meio-ambiente e para o homem)

    Classe 2: para resíduos não perigosos.

     

    Tanto para a Classe 1 quanto para a Classe 2 é muito importante que o manuseio e acondicionamento sejam feitos de maneira a não contaminar o meio ambiente e os moradores ou trabalhadores que ficarem responsáveis pelo manuseio.

    Com a coleta seletiva, a maioria dos materiais que seriam destinados ao lixo comum, agora serão reciclados na produção de novos materiais.

    A separação dos resíduos recicláveis:

    Os resíduos são divididos em 6 categorias, cada uma identificada por uma cor, para facilitar a separação e entendimento da população:

    Papel, plástico, vidro e metal:

    Devem ser limpos antes de separados e colocados nas respectivas lixeiras. A limpeza é muito importante para evitar a presença de insetos e roedores na região próxima aos coletores.

    Pilhas e baterias:

    Devem ser manuseadas com proteção,  devido aos seus componentes químicos. Quando descartadas em lixões ou aterros sanitários, liberam componentes tóxicos que contaminam o solo, os cursos d’água e os lençóis freáticos, afetando a flora e a fauna das regiões circunvizinhas e o homem, pela cadeia alimentar.

    Devido a seus componentes tóxicos, não devem ser usadas na compostagem de lixo orgânico, pois afetam a sua qualidade final.

    Óleo de cozinha:

    O descarte do óleo de cozinha usado não deve ser feito no ralo da pia, no vaso sanitário e nem com o lixo orgânico, pois esses destinos incorretos levam à contaminação dos mananciais aquáticos, do solo e da atmosfera, além de provocar o entupimento de esgotos devido ao acúmulo nas paredes dos canos.

    Alguns subprodutos do óleo de cozinha reciclado: biodiesel, massa de vidraceiro, ração animal, resinas para tintas, adesivos e outros produtos.

    Eletrodomésticos: 

    Eletrodomésticos e eletroportáteis podem conter substâncias que agridem o meio ambiente se descartados em lixo comum. Podem contaminar o solo e o lençol freático, principalmente as geladeiras mais antigas que contém o CFC, um gás tóxico usado no processo de refrigeração que ataca e destrói a camada de ozônio.

    Lâmpadas fluorescentes: 

    No Brasil são consumidas cerca de 100 milhões de lâmpadas fluorescentes por ano. Desse total, 94% são descartadas em aterros sanitários, sem nenhum tipo de tratamento, contaminando o solo e a água com metais pesados.

    Como essas lâmpadas contêm pequenas quantidades de mercúrio, substância altamente tóxica., armazenado dentro da lâmpada, é fundamental que seu descarte seja controlado.

    Onde fazer o descarte:

     Papel, plástico, vidro e metal:

    Postos de coleta

    Pilhas e baterias:

    Estabelecimentos que as comercializam, rede de assistência técnica autorizada pelas respectivas indústrias ou postos de coleta.

    Óleo de cozinha:

    Você pode encaminhar esse óleo de cozinha usado para reciclagem feita por associações e empresas, lembre-se de fazê-lo usando garrafas plásticas, conforme já foi dito, pois garrafas de vidro podem quebrar, derramar todo o conteúdo e causar acidentes. Além disso, espere o óleo esfriar.

    Eletrodomésticos:

    Para descartá-los, entre em contato com o fabricante e se informe se ele recebe o produto de volta.

    Lâmpadas fluorescentes:

    Devem ser embaladas em papel jornal ou serem colocadas dentro de caixas e descartadas apenas em pontos de coleta.

    Empresas de reciclagem costumam pagar pelos resíduos sólidos descartados e como num loteamento o volume é bem grande, eles fazem até a retirada do material. Por isso, basta que os moradores se organizem e estruturem o descarte. Com a renda adquirida pela venda dos recicláveis vocês poderão pagar a manutenção de algum item do loteamento.

    Esperamos que tenha gostado das nossas dicas para a sua casa!

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    Queremos estar ao seu lado durante todo o processo de estruturação da sua casa.

    Moura Leite Loteamentos